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74 perguntas e desafios de verdade ou desafio para casal

Este é um jogo de verdade ou desafio para casal: 74 perguntas e desafios para namorado, namorada ou quem divide a vida com você. Tem gente que chama de verdade ou consequência, e o jogo é o mesmo. Serve para o sofá, a viagem e o WhatsApp. É 18+, sem nada explícito, e dá para pular qualquer carta.

Equipe Twosies ·

Duas tigelas com papeizinhos dobrados num tapete de sala entre almofadas, uma moeda girando no ar sobre duas mãos estendidas, luz de velas.

Verdades para o café da tarde

  • Fila da padaria no fim da tarde. Qual pedido meu você já sabe de cor e acha fofo?
  • Você está contando de mim para os amigos. Qual mania minha você mais imita?
  • A primeira vez que você foi lá em casa. Qual detalhe da casa te contou alguma coisa sobre mim?
  • Ventilador no máximo, noite de trinta graus. O que eu faço dormindo que você nunca me contou?
  • Você está escolhendo uma figurinha para me mandar. Qual figurinha do seu celular tem mais a minha cara?
  • Quarenta minutos parados no engarrafamento. Qual assunto meu você finge que acompanha sem entender nada?
  • Abri o pote de sorvete e era feijão congelado. Qual foi a maior decepção de geladeira que você já teve na minha casa?
  • A primeira mensagem que você me mandou. Quantas vezes você apagou antes de enviar?
  • No mercado, eu encho o carrinho de besteira. Qual compra minha você acha a mais sem sentido?
  • O chuveiro elétrico queimou e eu tomei banho gelado. Qual foi o meu drama mais exagerado que você já viu?
  • Domingo de chuva, a gente de pijama. O que você descobriu sobre mim só depois de dormir junto toda semana?
  • O seu time perdeu e eu tentei consolar. Qual frase minha piorou tudo?

Se ainda é cedo para verdades, comece pelas perguntas para conhecer alguém e volte depois.

Desafios para morrer de rir

  • Pegue a colher de pau como microfone. Faça um discurso de um minuto agradecendo a mim como se tivesse ganhado o Oscar.
  • Coloque um pagode na caixinha de som. Dance comigo na sala durante um refrão inteiro, mesmo sem saber o passo.
  • Você tem trinta segundos para me elogiar no estilo do vendedor de praia: “olha a água de coco, olha o picolé”.
  • Por um minuto, conte a sua semana como se fosse fofoca de vizinha no portão.
  • Pegue um pano de prato como capa e desfile pelo corredor até o fim de uma música, com trilha cantada por você.
  • Em um minuto, invente uma palavra para “saudade de você mesmo estando ao lado” e use em três frases.
  • Cante um jingle de propaganda antiga trocando o nome do produto pelo meu, do começo ao fim.
  • Até a próxima rodada, você só fala comigo com o sotaque de outro estado.
  • Você tem um minuto para fazer um penteado em mim com o que estiver na mesa: prendedor, elástico, caneta.
  • Me dê um beijo de nariz em câmera lenta que dure dez segundos inteiros, sem rir.

Verdades para flertar no sofá

  • A gente dividindo um pote de açaí no sofá. Qual foi a primeira coisa em mim que te fez olhar duas vezes?
  • Nosso primeiro encontro, contado por você. Em que momento você pensou “vou beijar”?
  • Eu rindo alto de um vídeo bobo. Qual parte do meu jeito de rir te desmonta?
  • Chega um áudio meu de três minutos no meio do expediente. Qual frase minha você ouve duas vezes?
  • A gente andando de mãos dadas na orla. Qual carinho meu você mais espera num dia comum?
  • Depois de uma briga boba sobre quem esqueceu de comprar pão. Qual jeito meu de fazer as pazes funciona com você?
  • Você me encontra de óculos, lendo na cama. Qual versão minha de casa te dá mais vontade de me beijar?
  • Eu falo baixinho no seu ouvido no meio do filme. Qual palavra minha te arrepia?
  • Você me vê cochilando no ônibus da viagem. O que em mim te dá ternura e você nunca disse?
  • Dia de calor, um picolé para dois. Qual beijo nosso você mais lembra, e onde foi?
  • Roda de samba, e eu te puxo para dançar. Em que momento você percebeu que estava a fim de mim?
  • Voltando de um aniversário, você no banco do carona. Que parte de mim você elogiaria? O sorriso não vale.

Anna: O Sam respondeu que percebeu que estava a fim de mim numa roda de samba, quando eu errei o refrão “de propósito” para ele rir. Eu não errei de propósito.

Desafios para uma noite agarradinhos

  • Deite a cabeça no meu colo e me conte sussurrando a lembrança mais boba que você tem de nós dois.
  • Coloque uma música lenta de MPB e dance comigo de rosto colado no meio da sala até ela acabar.
  • Massagem nos meus ombros durante duas músicas; quando a música trocar, você muda o ritmo.
  • Beijo com cronômetro: trinta segundos, e se alguém rir, começa de novo.
  • Me beije em câmera lenta, contando até cinco em voz alta antes de encostar.
  • Eu estou passando o café no coador. Fique do meu lado e me dê um beijo a cada colher de pó.
  • Faça cafuné em mim até o fim de um episódio, sem pegar o celular.
  • Dê um beijo em cada dedo da minha mão, devagar, dizendo uma coisa que você gosta em mim a cada um.
  • Ventilador desligado, a gente no escuro. Por um minuto, só dá para se comunicar com beijos no rosto.
  • Me leve até a janela, me abrace e escolha uma estrela, ou um poste se estiver nublado, para ser “nossa”.

Verdades para depois que a luz apaga

  • Só a luz do celular carregando ilumina o quarto. Qual lugar do Brasil você escolheria para uma noite só nossa?
  • Deitados no escuro, o ventilador girando. Que música combina com o ritmo que você gosta numa noite assim?
  • A gente já de olhos fechados. Qual frase você queria ouvir de mim no ouvido e nunca pediu?
  • Se eu fizesse um personagem só para você por uma noite, qual seria? Diga só a primeira letra da profissão.
  • Eu escolhendo roupa para sair. Qual peça minha, das bem comuns, te dá vontade de me puxar para perto?
  • Você olhando o relógio do celular. Qual é o horário mais perigoso entre a gente?
  • Numa festa cheia de gente. Qual seria a nossa palavra secreta para “vamos embora agora”?
  • Eu do outro lado da sala. Qual olhar meu você já entende sem eu falar nada?
  • A gente fazendo planos para sexta. Conte só o primeiro minuto da sua noite perfeita comigo.
  • Banho tomado, cheiro de sabonete no quarto. Qual é a coisa mais simples que te deixa no clima?
  • Se desse para congelar um momento nosso de uma noite qualquer, qual seria?
  • Almoço de família no domingo. Em que momento você pensa em mim de um jeito que não daria para contar na mesa?

Desafios de porta fechada

  • Porta trancada. Me beije só nos cantos da boca por trinta segundos antes do beijo de verdade. Versão leve: beijo na bochecha e abraço demorado.
  • Até o fim da noite, quem manda é você: a música, o lugar no quarto e a hora do beijo. Versão leve: manda só até o fim da música.
  • Escreva num guardanapo três coisas que você quer comigo hoje e me entregue dobrado; eu abro só uma. Versão leve: três coisas para o fim de semana.
  • Deite do meu lado, encoste o ombro no meu e fique assim dois minutos, sem falar. Versão leve: um minuto, de mãos dadas.
  • Me dê um beijo para cada coisa que você gostou em mim hoje, dizendo a coisa antes. Versão leve: diga as coisas sem os beijos.
  • Regra até a meia-noite: só pode beijar quando tocar música brasileira no aleatório. Versão leve: a regra vale até a próxima música.
  • Sussurre no meu ouvido como seria o nosso sábado perfeito, só até a hora do almoço. Versão leve: pode ser em voz normal.
  • Escolha um lugar da casa que não seja o quarto e me roube um beijo ali agora. Versão leve: um beijo na mão.
  • Pelos próximos dez minutos, você só me chama de “meu bem”; a cada deslize, um beijo. Versão leve: o deslize vale um abraço.
  • Escreva com caneta na palma da minha mão um horário de hoje. Até lá, nada de beijo; na hora marcada, você decide como cobrar. Versão leve: o horário é daqui a cinco minutos.

Sam: A Anna escreveu 23h40 na minha mão. Às 23h38 eu já estava olhando o relógio do micro-ondas igual criança esperando o Papai Noel.

Anna: E ele cobrou com dois minutos de antecedência. Eu deixei.

Quando verdade ou desafio ficar conhecido demais, troque pelas perguntas picantes para namorado.

Verdade ou desafio por WhatsApp e chamada de vídeo

Antes da primeira mensagem, combinem: nada de print, nada de encaminhar, e na chamada de vídeo a câmera fica no rosto.

  • Verdade: só com figurinhas, me diga como você está com a gente hoje; depois explique cada uma em uma linha.
  • Verdade: escreva uma mensagem que você só diria pessoalmente. Eu leio, respondo, e você apaga para todos.
  • Verdade: qual mensagem minha você mais demorou para responder porque não sabia o que dizer? Conte em uma linha.
  • Desafio: descreva o nosso próximo encontro em uma mensagem só, sem usar a letra “a”.
  • Desafio: na chamada, faça um tour de um minuto pela sua geladeira como se fosse programa de culinária.
  • Desafio: responda às minhas próximas três mensagens só com trechos de música brasileira.
  • Desafio: mande um áudio cantando parabéns para mim, mesmo sem ser meu aniversário, com direito a “é pique”.
  • Desafio: na chamada, a gente vê o mesmo vídeo sem som e você dubla por um minuto.

Anna: O Sam estava num congresso em Recife e eu desafiei ele a dublar a palestra pela câmera. Ele dublou o palestrante com a minha voz. Fiquei uma semana sem conseguir assistir ao vídeo do evento.

Pular, parar e voltar a rir

Combinem o sinal de pular antes da primeira carta: três palmas. Bateu palma, pulou, sem explicação e sem castigo, quantas vezes quiser.

Trocar também vale. A verdade ficou pessoal demais? Diga “troca” e pegue um desafio; com desafio que não rola, vale o contrário.

Uma palavra encerra tudo. Escolham uma palavra para encerrar o jogo inteiro, tipo “abacaxi”, que já quer dizer problema. Quem falou, acabou, e ninguém pergunta nada.

Pular não custa nada. Ninguém conta quantas vezes o outro pulou, e não tem prenda. Se quiserem um prêmio, ele é dos dois no fim do jogo: um brigadeiro de panela para dividir ou o filme de sábado escolhido juntos.

Quem pergunta pode voltar atrás. Quem perguntou também pode retirar a pergunta: “esquece, essa foi longe demais” vale tanto quanto o pulo.

O que foi dito no jogo fica no jogo. Ninguém usa resposta como argumento em briga, e nada vai parar no grupo dos amigos.

Clima estranho pede pausa. Se o clima ficou estranho depois de uma carta, parem e façam algo bobo juntos, como um abraço de um minuto, e só então decidam se continuam.

A noite tem teto. Antes de começar, combinem até onde vai a noite: “hoje só até a quarta seção” é um ótimo plano, e dá para subir na próxima.

No dia seguinte, uma figurinha. Mandem um para o outro uma figurinha que resuma a noite. Sem comentário, só a figurinha.

Sam: Na primeira vez a gente combinou as três palmas e passou a noite inteira sem usar. Só bati palma uma vez, e foi porque gostei da resposta da Anna.

Para outro jogo a dois, tem o eu nunca para casal com confissões rápidas, e o você prefere para casal para aquecer com calma. Outros assuntos estão em todos os nossos artigos.

Perguntas frequentes

Como jogar verdade ou desafio em casal?

Revezem: quem está na vez escolhe verdade ou desafio, e o outro lê uma carta da seção certa. Comecem pelas leves e subam quando os dois estiverem rindo. Antes da primeira carta, combinem o sinal de pular, que aqui são três palmas, e pronto, o jogo começa.

Qual a diferença entre verdade ou desafio e verdade ou consequência?

No jogo, nenhuma: é a mesma brincadeira com nomes diferentes, conforme a região e a turma. Em algumas versões a consequência vira castigo para quem não responde. Em casal, a gente sugere trocar o castigo por um mimo: um brigadeiro, um cafuné, a escolha do filme.

Dá para jogar verdade ou desafio por WhatsApp ou chamada de vídeo?

Dá, e funciona bem quando um está viajando ou chegando tarde. Usem áudios, figurinhas e respostas com trecho de música. Combinem antes: nada de print, nada de encaminhar, e no vídeo a câmera fica no rosto. A seção de WhatsApp foi feita para isso.

E se o meu par não quiser responder ou cumprir o desafio?

Aceite o pulo do mesmo jeito que aceita uma resposta e passe para a próxima carta. Sem cobrança e sem cara feia. Dá para trocar verdade por desafio e vice-versa. Se a pergunta era importante para você, guarde para uma conversa fora do jogo.

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