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74 perguntas para conversar por mensagem com quem você namora, sem esperar resposta na hora

As melhores perguntas para conversar por mensagem nascem do momento: você acordou antes, a pessoa está no ônibus, o grupo da festa não para. Elas cabem numa resposta curta, num áudio de dez segundos ou numa figurinha, e aguentam resposta horas depois. Abaixo, 74 perguntas por situação no WhatsApp, uma por mensagem.

Equipe Twosies ·

Dois celulares em duas mesas diferentes, cada um com uma luz quente e suave, ligados por um fio de luz que atravessa a imagem.

Você acordou antes e o outro despertador ainda não tocou

Mensagem de manhã é lida com uma mão, meio dormindo, no meio do caminho. Mande algo que espera o café e diga isso na própria mensagem. Resposta na hora do almoço também vale.

  • Você pega o ônibus das 5h40 para o centro, e do outro lado todo mundo dorme. “Quando acordar: pão na chapa ou tapioca? Passo na padaria antes de voltar.”
  • Treino das 6h feito, e o outro celular ainda está no modo avião. “Seu exercício de hoje vai ser academia ou só a escada do metrô?”
  • Fila do pão de queijo na rodoviária, indo para a casa da avó no interior. “Trago doce de leite ou goiabada? Responde quando acordar.”
  • O trânsito parou às 6h50 e o app diz mais quarenta minutos. “Se acordar antes das 8, me manda um bom-dia em figurinha?”
  • A previsão diz 34 graus e ainda são 7h. “Bermuda ou calça de trabalho mesmo? Responde quando abrir o olho.”
  • Você passou café coado para dois e sobrou uma xícara. “Esquento quando você levantar ou viro café gelado?”
  • Linha Vermelha lotada desde a Sé. “O que você está esperando de bom hoje? Uma palavra.”
  • Hoje começa o estágio novo da outra pessoa. “Me manda só um emoji quando chegar lá?”
  • Sexta-feira, você desceu cedo para a praia. “Mar calmo aqui. Você vem depois do almoço ou fica para domingo?”

Perguntas de um dedo só: número, escolha ou emoji

Às vezes a pessoa tem um dedo livre e quatro segundos. Faça a resposta ficar menor que a pergunta: um número, A ou B, uma figurinha.

  • Você está na fila da lotérica com o boleto na mão. “A Mega acumulou. Faço um jogo para nós dois? Sim ou não.”
  • O iFood está aberto na tela faz cinco minutos. “Açaí ou sorvete? Uma letra: A ou S.”
  • Ponto de ônibus, o app diz doze minutos. “Que linha você está esperando? Só o número.”
  • Ontem teve capítulo decisivo da novela. “Já viu o capítulo de ontem? Sim, não ou não me conta.”
  • A outra pessoa está na academia, entre uma série e outra. “Perna ou braço hoje? Uma palavra.”
  • Você está no mercado, na frente da geladeira de refrigerante. “Guaraná ou Coca? Uma letra.”
  • Sua mãe mandou áudio sobre o almoço de domingo. “Ela quer saber: lasanha ou churrasco? Responde 🍝 ou 🥩.”
  • Você ficou devendo a corrida de Uber de ontem. “Te devo 23 reais. Manda a chave Pix ou fica de crédito?”

Quando a resposta demora horas: perguntas que esperam

Tem dia em que a resposta chega quatro horas depois, ou só à noite. Pergunte coisas que não estragam com a espera. Se a conversa morreu, volte a algo que a pessoa já disse, em vez de puxar assunto novo.

  • Reunião com cliente até as 18h. “À noite me conta numa frase: o cliente aprovou o projeto?”
  • Semana passada falaram da tatuagem nova. “E a tatuagem? Marcou, desistiu ou ainda está pensando?”
  • O dorama estava pela metade no domingo. “Em que episódio você parou? Só o número.”
  • Dá para fazer pergunta em dois tempos. “Agora escolhe um número de 1 a 3. À noite eu conto para que era.”
  • O pai saiu do médico com dieta nova na semana passada. “E o seu pai: está seguindo a dieta ou já voltou pro torresmo?”
  • Visualizou às 9h e respondeu às 19h. Nada de “nossa, finalmente”. “Kkk valeu a espera. Próxima, sem pressa: Natal na sua família ou na minha?”
  • Na terça tinha aula de inglês. “Foi na aula de inglês ou matou? Uma palavra.”
  • Fim de semana numa pousada sem sinal, com trilha até a cachoeira. “Quando pegar sinal: a cachoeira valeu a trilha? Um sim basta.”

Anna: Mandei para o Sam às 9h: “E a tatuagem, marcou?”. Ele visualizou e sumiu. Às 20h chegou: “Marquei. Sábado. Você vai segurar minha mão.” Não precisava de mais nada.

Quando vocês finalmente estiverem juntos, os assuntos para conversar com namorada continuam de onde a conversa parou.

Noite separados: alguém na festa ou no trabalho, alguém em casa

Um está num aniversário, num casamento ou servindo mesas até tarde; o outro está no sofá. Uma linha que tira a pessoa da muvuca por um minuto já basta.

  • Chá revelação da prima, num salão de festas com balão gigante. “Já revelaram? Menino, menina ou o balão estourou antes?”
  • Aniversário de um amigo, bolo na mesa. “Já cantaram o ‘com quem será’? Saiu o meu nome?”
  • Casamento de um colega de faculdade. “A lembrancinha é bem-casado ou chinelo? Uma palavra.”
  • Show no estádio lotado, do outro lado da cidade. “Está na pista ou na cadeira?”
  • Sábado à noite, a outra pessoa trabalha de garçom num bar cheio. “Quantas mesas estão com você agora? Só o número.”
  • Pagode de sexta com o pessoal do trabalho. “Já tocou Thiaguinho? Sim ou ainda não.”
  • Almoço de família que virou janta. “Alguém já perguntou ‘e os netos’? Sim ou ainda não.”
  • Formatura da irmã num salão de eventos. “Já jogaram o capelo? Manda uma foto só desse momento?”

À distância: outra cidade, outro fuso

Quando é manhã para um e madrugada para o outro, a conversa vira revezamento: um pergunta, o outro dorme, a resposta chega no café. Pergunte o que fica melhor com a espera.

  • A outra pessoa está em Lisboa, três ou quatro horas na frente, conforme a época do ano. “Pergunta para amanhã: o pão daí ganha do pão francês? Sim ou não.”
  • Ônibus de trinta horas até Recife, com sinal só nas paradas. “Quando pegar sinal: em que cidade vocês estão agora?”
  • Vocês querem um ritual que funcione em dois fusos. “Todo domingo, um áudio de um minuto com o melhor da semana. Topa começar hoje?”
  • Intercâmbio no Canadá, em pleno janeiro. “Quantos graus negativos aí? Só o número, eu estou de chinelo.”
  • A chamada de vídeo de domingo está marcada. “20h daqui ainda dá ou passamos para as 21h?”
  • Faltam 19 dias para a volta. “Você risca os dias no calendário ou só eu?”
  • A saudade bateu pela comida. “Primeira refeição quando você voltar: feijoada ou coxinha da esquina?”
  • Alguém vai mandar uma mala com coisas do Brasil. “O que vai na próxima mala: farofa pronta ou paçoca?”

Sam: A Anna fez mestrado em Coimbra, com três ou quatro horas de diferença, dependendo da época. Eu mandava a pergunta antes de dormir e acordava com a resposta dela, já com o café de lá. Paramos de tentar conversar ao vivo e passamos a gostar do revezamento.

Dia ruim e você longe: dá para responder com uma letra

Num dia ruim não sobra energia para explicar. Mande algo que se responde com uma letra ou um sim, e deixe claro que não responder também vale.

  • Suspeita de dengue, resultado do exame só amanhã. “Quer que eu leve água de coco? Sim ou não.”
  • Prova de cálculo às 10h. “Quando sair, me manda só um emoji? Sem relatório.”
  • O ônibus quebrou no meio do caminho e todo mundo desceu. “Quer que eu vá te buscar? Sim ou não.”
  • Um cliente gritou no telefone e a mensagem foi só “que dia”. “Te mando vídeo de cachorro até o expediente acabar? Só um sim.”
  • A tela do celular trincou de cima a baixo. “Quer meu celular velho emprestado até consertar? Sim ou não.”
  • Fila do posto de saúde para tomar vacina. “Quantas senhas faltam? Só o número.”
  • A rua da outra pessoa alagou com o temporal. “Peço um Uber até a sua casa quando baixar? Sim ou não.”
  • Cólica forte, de cama desde a hora do almoço. “Bolsa de água quente ou chocolate? B ou C, e eu levo.”

Anna: No dia em que roubaram meu celular no ônibus, o Sam escreveu no WhatsApp do computador: “Não precisa explicar nada. Pizza ou hambúrguer hoje? Uma letra.” Respondi “P”. A gente nem falou do celular naquela noite, e era exatamente isso que eu queria.

Flerte no meio do dia, sem baixaria

Flerte por mensagem durante o dia funciona quando é específico e um pouco bobo. Algo que dá para ler numa reunião sem passar vergonha. Se o primeiro encontro ainda não aconteceu, guarde as perguntas para primeiro encontro para a mesa.

  • Tocou no rádio a música do primeiro encontro. “Lembra que música tocava no bar naquela noite? Uma tentativa.”
  • Na loja tem uma havaiana com estampa de abacate. “Essa havaiana é a sua cara. Levo?”
  • Sua mãe ainda fala do pudim de domingo. “Você me ensina o pudim ou é segredo de família?”
  • O story de ontem na praia ainda está na cabeça. “Posso dizer que seu story de ontem foi o melhor do meu dia?”
  • O perfume ficou no travesseiro. “Qual é o nome do seu perfume? Quero um vidro para mim.”
  • Você está escolhendo a roupa de sábado. “Azul ou preto pro sábado? Você escolhe e eu obedeço.”
  • O xote de sábado no forró não sai da cabeça. “Repete aquele xote essa semana?”
  • Faltam quatro horas para se verem. “Beijo na porta ou janta primeiro?”

Jogos por mensagem que cabem numa conversa só

Jogo bom de WhatsApp tem regra de uma linha e não tem hora para acabar. Dá para jogar entre uma tarefa e outra a semana inteira, e ninguém perde se pular um dia.

  • Adedonha esticada pela semana. “Letra M: fruta, cidade e nome. Manda até sexta?”
  • Forca por mensagem. ”_ _ _ _ _ _ _, tema comida. Uma letra por mensagem: qual você chuta?”
  • Caça-foto do dia. “Tema de hoje: algo amarelo na rua. Manda uma foto até as 18h?”
  • Desenho no papel. “Desenhei o nosso cachorro dos sonhos. Que raça é essa?”
  • Novela em emoji. ”👑🐍💍: que novela é? Um palpite por hora.”
  • Complete a frase. “Completa com uma palavra: se eu fosse um sabor de sorvete, eu seria…”
  • Adivinha a música pelo áudio. “Vou cantarolar três notas num áudio. Acerta de primeira?”
  • Duas verdades e uma mentira do dia. “Pombo no ônibus, chefe de chinelo, bolo grátis. Qual é mentira?”
  • Concurso da placa mais engraçada até domingo. “A de hoje: ‘Vende-se galinha e conserto de celular’. Qual é a sua?”

Sam: Comecei uma forca na segunda: sete tracinhos, tema comida. A Anna chutava uma letra por dia, sempre depois do almoço. Na sexta ela acertou “COXINHA” e pediu uma de prêmio. Paguei.

Se preferir que as perguntas venham prontas, um jogo de 25 cartas para dois funciona bem por mensagem. Para brincar frente a frente, tem as brincadeiras para casal.

Perguntas que terminam em plano: áudio, ligação ou encontro

Mensagem é ótima para coisa pequena. Quando o assunto pede voz ou mesa, leve para lá com uma pergunta de duas opções fáceis.

  • Três áudios seguidos sobre o apartamento novo. “Isso merece ligação. Te ligo às 21h ou depois da novela?”
  • O feriado de novembro está chegando. “Praia ou serra? Uma palavra e eu procuro pousada.”
  • Saiu a data do show em março. “Compro dois ingressos? Sim, não ou talvez.”
  • Faz um mês que vocês falam do rodízio de pizza. “Quinta ou sábado?”
  • O filme que vocês esperam estreia na quinta. “Sessão das 19h ou das 21h?”
  • O primo chamou para um churrasco na laje no domingo. “Vamos juntos? Sim ou não.”
  • Faz uma semana que é só zap. “Que dia você tem livre para a gente se ver?”
  • Abriu o festival de comida de rua no parque. “Sábado ou domingo? Eu levo a canga.”

Se vocês estão começando agora, as perguntas para conhecer alguém servem melhor nessa fase. E quando estiverem no mesmo sofá, o Twosies puxa a próxima pergunta num celular só. Outras listas estão nos nossos artigos.

Perguntas frequentes

Quais perguntas fazer por mensagem para quem você namora?

Perguntas pequenas e presas ao que está acontecendo agora: o ônibus das 5h40, o chá revelação da prima, a prova de cálculo. Faça a resposta ser curta de propósito: um número, uma escolha entre duas coisas, uma figurinha. Uma pergunta por mensagem, e deixe ela esperar a resposta com calma.

Quantas mensagens por dia é normal?

Não existe número certo. Olhe para o ritmo que vocês já têm: tem casal que conversa o dia inteiro no zap e casal que troca três mensagens e liga à noite. Mensagem que não pede resposta também conta. Se o ritmo incomoda alguém, vale falar disso numa ligação, não no meio do expediente.

O que mandar quando a conversa morre?

Volte a algo que a pessoa contou antes: a tatuagem que ia marcar, o curso de inglês, a dieta do pai. Retomar mostra que você prestou atenção, e é fácil de responder. Ou ofereça uma escolha entre duas opções. Só não mande um "?" sozinho: soa como cobrança.

Posso responder com áudio em vez de texto?

Pode, e muitas vezes é melhor: um áudio curto carrega o tom que o texto perde. Só combine o tamanho. Áudio de dez segundos cabe entre uma reunião e outra; áudio de cinco minutos vira tarefa. Se a resposta não cabe em trinta segundos, provavelmente é assunto para ligação.

O que não perguntar por mensagem?

Assunto pesado: briga, dinheiro apertado, "para onde a gente está indo". O tom se perde no texto, e o visualizou e não respondeu vira resposta. Mande "a gente conversa disso à noite, por ligação?" e fale com voz. Se vocês estão no começo, perguntas para conhecer alguém funcionam melhor ao vivo.

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